Desejo que todos tenham um ano com muita, paz, saúde, amor e prosperidade.
Mas, não podemos deixar de lado a visão constante e crítica do que, de fato, é SUFICIENTE. Assisti um belo programa onde o entrevistado foi Roberto DaMatta, gosto demais dos textos dele, e gostei, muito dele. Tendo a noção das incertezas da vida ele questionava com uma simples pergunta: “O QUE É SUFICIENTE?”
O quanto basta, quando chegamos ao ponto de satisfação? Nunca? Às vezes? Sempre? O importante é manter a questão aberta para que estejamos sempre aptos a mudar. Mudanças tão difíceis quanto saborosas. Mas, além do programa assisti um filme muito interessante “Amor por contrato”, com a (ainda bela) Demmi Moore, e surpreendentemente, havia uma crítica ao MARKETING INVISÍVEL. Aquele em que não se vende nada diretamente, mas faz com que as pessoas SINTAM NECESSIDADE DE COMPRAR. Com um pouco de boa vontade, qualquer pessoa que passasse pela situação do filme, perceberia a farsa, mas o fato é que não estamos muito dispostos a perceber os “furos” da vida, queremos sim as completudes, as suficiências absolutas e as ilusões sedutoras.
Beijos.




Oi Marcia!
Assisti ao filme Amor por Contrato e no decorrer das cenas achei artificial assim como a atriz (linda não, mas projetada para ser linda) e foi me dando um mal estar pelo artificialismo da história. Final açucarado mas devemos dar créditos a consciência do que o americano está pensando hoje sobre os meios de consumo e seus relacionamentos pessoais.
Beijos!
Adri
Querida Adri,
a superficialidade tanto gera mal estar, quanto entorpece. É muito bom quando nos damos conta disso e nos livramos, ou ao menos, nos defendemos em algum grau das manipulações.
bjos